O primeiro interrogatório público foi iniciado a 21 de
Fevereiro de 1431, na Capela Real do Castelo de Rouen,
pelo Bispo de Béarnais (Pierre Cauchon), assistido por
quarenta e três assessores...
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Carlos VII só toma conhecimento da forma como Joana d’Arc foi julgada no dia em que entra vencedor na vila de Rouen, a 10 de Novembro de 1449.
Ele pede então que se faça luz sobre o processo de
condenação. É em Rouen que se encontravam todos os documentos deste
processo.
Um primeiro inquérito foi feito a 4 e 5 de Março de 1450 por ordem do
Rei. Os principais actores e testemunhas foram ouvidos. É então que a
Igreja, responsável do processo de condenação por
heresia, ordena um inquérito oficial realizado sob a ordem do inquisidor da
França, Jean Bréhal e do legado do Papa Guillaume d’Estouteville.
Este inquérito realizou-se de 2 a 22 de Maio de 1452.
O resumo do inquérito redigido pelo inquisidor de França foi então submetido ao exame de teólogos e canonistas franceses ou
estrangeiros.
11 de Junho de 1455 – O Papa Calixte III autoriza a revisão do
processo, que se abre após a audição da mãe de Joana, Isabelle
Romée, na catedral Notre-Dame de Paris a 7 de Novembro de 1455.
A sessão solene da anulação do Processo de Condenação tem lugar em Rouen a 7 de Julho de 1456.
Place du Vieux Marché onde foi construída a igreja em
memória de Santa Joana d'Arc